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Não seja uma Cafeteira.

  • Ares 

“Já sou posse.”

“Já tenho Dom.”

Quando você lê isso, você imagina uma relação saudável?

Eu não.

Fiz uma pesquisa há um tempo atrás perguntando principalmente para as mulheres: O que você procura numa pessoa interessante pra ter uma relação e viver os seus fetiches com você?

Nenhuma, absolutamente nenhuma respondeu “procuro ser posse”.

Quando a gente joga no dicionário o significado de posse, entre vários vêm “estado de quem possui uma coisa”, ou “recursos de alguém, bens”.

Quando falam “sou posse”, eu imagino uma pessoa sendo tratada como um objeto. Nada mais do que um objeto.

Você tem uma cafeteira, é um objeto extremamente útil, faz café pra você, mas você consegue imaginar a sua vida sem aquela cafeteira em especifico, basicamente quando ela não for mais útil pra você, você troca, arruma outra cafeteira. Tem gente que nem tem cafeteira, pois não acha útil.

No máximo, quando não está funcionando bem, você manda pra alguém arrumar, se a pessoa fala “não consigo arrumar”, você fala “ok, pode jogar fora”.

Sendo tratada como posse, quais as chances de você ter um problema pessoal e ser descartada?

Acho que você entendeu um dos meus pontos, que é a parte central da minha filosofia.

Se você tratar ou for tratada como objeto, você não vai ter amor, não vai ter fetiches e não vai ter realização sexual.

Você só vai ser valorizado pela sua utilidade. Como um objeto é.

Isso incomoda, né?

Eu já fui essa pessoa tratada pela utilidade.

Conheci uma pessoa, a relação ia bem, eu dava muito prazer e me esforçava ao máximo pra fazer a outra pessoa feliz. Até que chegou um dia que tive um problema. Eu estava triste, tive um acidente e bati o carro, nada demais, ralou um pouquinho a lateral, mas me deixou triste.

Eu era “posse”.

Mandei mensagem pra pessoa com quem tinha uma “relação” e falei: “to meio triste, bati o carro…” e antes que continuasse falando, fui interrompido, “essas coisas acontecem, você vai dar um jeito.”

Eu me senti um lixo!

Eu sei que eu vou dar um jeito, como realmente dei um jeito, mas eu não queria alguém pra me falar isso, eu queria alguém pra me escutar, pra eu poder desabafar.

Sabe quando você conversa com alguém e a pessoa realmente te escuta?

“Nossa, mas você está bem?”

“Como foi isso? Me conta?”

“Filha da puta a pessoa que bateu em você.”

Sabe aquela sensação de que a pessoa te escuta e te valoriza? A sensação de que se ela pudesse ela te pegava no colo e cuidava de você no momento em que você falasse “estou triste”.

Eu era a cafeteira.

Tanto é que depois de “essas coisas acontecem, você vai dar um jeito”, veio um “mas nossa sessão está de pé? Preciso gozar.”

Eu definitivamente era a cafeteira, só tinha valor pelo que podia proporcionar, se não fosse útil, seria trocado.

Imagino que na sua relação ideal, com a pessoa ideal, você teria acidentes, problemas, situações ruins e mesmo assim a pessoa não pensaria em te trocar, a pessoa pensaria “eu vou cuidar de você”.

Por que estou te falando isso?

Por dois motivos.

– As vezes, você está sendo uma cafeteira na sua relação.

– Segundo, isso é possível de ser corrigido.

Eu sempre falei que BDSM é manco, que falta alguma coisa, essa coisa é suprida quando se mistura Tantra.

Funciona assim: O BDSM te ajuda a lidar com os seus fetiches e desejos. O Tantra te ajuda a lidar com a sua energia sexual e com seu corpo.

Um dos maiores benefícios do Tantra é trabalhar a sua energia pra se conectar com as pessoas e criar vinculo. Um vínculo que faz com que vocês construam um relacionamento.

“Ah, então é só fazer a massagem sensitive?”

Eu sinto te informar, mas se você aprender BDSM e depois aprender Tantra, você vai se ver com dois caminhos completamente distintos e não vai funcionar pra você.

Já vi isso acontecer algumas vezes.

A pessoa praticava BDSM, era a cafeteira, ai começou a praticar o Tantra, nunca mais olhou pro BDSM. Ela se tornou saudável e teve muitas coisas ótimas, ela era feliz com Tantra, mas carregava consigo o peso de ter desejos que só o BDSM podia saciar.

Eu estou saindo com algumas pessoas e nenhuma delas me trata como posse. Nenhuma delas me trata como cafeteira.

Eu estou te oferecendo a oportunidade de viver isso. De ter esse tipo de relação.

Mas termina hoje.

Ou você age rápido na direção do que quer, ou você vai se tornar uma cafeteira, valorizada enquanto tem utilidade. Descartada quando não tiver útilidade.

O convite está posto.

Além de eu te ensinar como a relação funciona com Tantra e BDSM, estou te dando inúmeros bônus pra te ajudar a conhecer pessoas mais saudáveis, bônus pra garantir que você não se machuque fisicamente, nem se machuque emocionalmente, um Flogger pra você já começar a viver uns spanking gostosos e consultoria direto comigo.

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Eu não sei mais o que poderia fazer pra te ajudar, mas se você não quiser tudo bem.

Se você acredita que vai ser feliz sendo a cafeteira, eu só posso torcer por você.

Se você é homem e trata as mulheres como cafeteira, está aí a chance de mudar. Eu sei que a sociedade obriga os homens a serem lixo em diversas vezes, mas você pode ser diferente e encontrar algo mais profundo do que jamais sonhou.

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